Método, estudo e direcional para a Loja Pop-up do Boticário.
Outubro de 2026



Três metodologias que, juntas, formam os princípios e as métricas
que direcionam este estudo: trade, branding e live marketing.
Vitrinismo, jornada, experimentação,
diagnóstico e conversão.
Identidade, códigos, experiência e o que
o consumidor leva da marca para casa.
Ativação, impacto, emoção e residual.
A loja como pauta depois da experiência.


Três diretrizes, da calçada ao presente entregue. Cada ponto de contato com o consumidor responde ao que o projeto pede de verdade.
Fachada, vitrine e impacto visual. O que faz quem passa parar, entrar e seguir em contato com a loja inteira.
A pessoa percebe o que a loja comunica, lembra de alguém e monta o presente daquela pessoa. Retenção e conversão no mesmo gesto.
O que acontece dentro, da ativação ao display, e o que a pessoa leva. A loja fecha e a marca segue presente na hora de presentear.


As referências deste capítulo fizeram da fachada o trabalho da campanha: gente parando, filmando e entrando antes de saber o que havia dentro. O que se aprende aqui é escala, reconhecimento e repetição.
A fachada da Champs-Élysées virou a campanha. Dentro, loja feita para ser bonita, sem ativação.
Fachada e interior novos a cada coleção há quinze anos. A loja como calendário de visitas.


Um batom lançado como fliperama, em turnê por sete cidades com fila na calçada.
Objetos do cotidiano em escala de desfile, da vitrine ao vídeo em CGI pelas ruas de Paris.


Aqui a loja entregou prova, serviço e personalização a ponto de a cliente sair com algo que só ela tem. O que se aprende é ritual, diagnóstico e tempo de permanência.
Toda a linha na mão, sem vidro, e a paisagem da cidade nos códigos da marca.
Achar o tom certo virou speed dating: 1.500 matches com cartão e foto.


Metro quadrado caro usado para serviço: balcão do best-seller e spa com hora marcada.
A cliente escreve a própria lembrança no rótulo e sai com um frasco que só ela tem.
Um tema só, azul do azulejo à vitrine, e uma máquina que vende bolsas de madrugada.


Nestas referências a ação continuou fora da loja: dado, app, turnê, conteúdo. O que se aprende é medição e presença da marca depois que a porta fechou.
Dois dias de ativação no átrio do shopping com a textura do gloss como cenário.
A loja lê o rosto da cliente, diagnostica a pele e recomenda com nome.


Uma IA escreve um poema para cada visitante e o frasco sai gravado na hora.
Cada cesta é um benefício do rímel, cada acerto vira selo no app: 1.500 cadastros.


Olhamos para a marca, para o método e para o mundo.




















